Do Maranhão para Portugal: Mestranda da Uema compartilha experiência de docência e pesquisa no exterior
Por Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação em 5 de maio de 2026
instagram: @uema.ppg
A internacionalização acadêmica tem aberto portas para pesquisadores da Universidade Estadual do Maranhão. Por meio do Programa Uema pelo Mundo, a mestranda Emanuely Teles, do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGLetras), viveu uma jornada de aprendizado e troca cultural em solo português, unindo a pesquisa científica à promoção das raízes maranhenses.
A trajetória de Emanuely em Portugal começou na Universidade Aberta, onde ela pôde aprofundar seus estudos teóricos. Segundo a mestranda, essa etapa foi crucial para o desenvolvimento de sua dissertação.
“Pude estudar na Universidade Aberta de Portugal, onde fiz uma disciplina de Literatura Comparada sobre a minha pesquisa”, disse ela.
Para além dos estudos, a experiência ganhou novos contornos no Instituto Piaget, onde Emanuely teve o desafio de assumir o papel de educadora. Essa vivência permitiu que ela levasse a identidade do Maranhão para dentro da sala de aula estrangeira.
“Fui abraçada por uma segunda universidade, o Instituto Piaget, na qual pude dar aula, ter a experiência da docência em solos portugueses e mostrar um pouco do nosso estado”, destacou.
Um dos pontos altos do relato de Emanuely foi observar o encantamento dos estudantes portugueses com as riquezas de São Luís e do Maranhão. Ela utilizou ícones locais, como os Lençóis Maranhenses e o Bumba Meu Boi, para ilustrar suas aulas.
“Ao apresentar aos alunos o nosso estado, eles ficaram super encantados com a nossa cultura, com a nossa festa de São João, com os sotaques que existem aqui de Bumba Meu Boi e com os Lençóis Maranhenses”, pontuou.
Para a mestranda, a oportunidade de representar a universidade e o estado no exterior vai além do currículo, sendo uma forma de levar a ciência produzida na Uema para o mundo: “Foi uma experiência muito rica levar São Luís, falar do Maranhão e fazer ciência fora do nosso estado. Foi, com certeza, uma experiência engrandecedora”.
A história de Emanuely reforça o papel fundamental dos programas de mobilidade na formação de pesquisadores que não apenas absorvem conhecimento global, mas também exportam a riqueza cultural e científica do Maranhão.








